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Zap no fogão

A nova classe média quer distância da cozinha. Um comportamento que ricocheteia nas vendas de alimentos e nas exigências para as embalagens.
 
Ao molho da alta da renda e dos indíces de emprego, temperado em especial pelo contingente de mulheres trabalhando fora, o consumo nacional de alimentos sofre uma guinada que respinga em cheio sobre suas embalagens e, assunto dessa reportagem, a evolução de suas matérias primas plásticas. Nos últimos três anos, conclui a divulgada pesquisa Hollistic View da consultoria Kantar World Panel, tem decolado a procura por carnes e comida pronta e caiu de 11% a 7% a participação de arroz e feijão nos gastos alimentares de 8.200 domicílios em cidades com mais de 10.000 habitantes visitados semanalmente pelos pesquisadores.
Há diversos subfatores gravitando em torno dessas mudanças de consumo. Entre eles, consta o uso maior de vale-refeição, a queda no tamanho das famílias, o envelhecimento da população e o aumento na frequência de idas a restaurantes. Eduardo Bernstein, diretor da Brasil Foods, declarou na mídia que perto de 70% das famílias com filhos hoje comem diante da TV ou do computador. Para acertar o passo com o novo ritmo, indústrias de alimentos básicos intensificam a oferta de produtos semiprontos. No mesmo embalo, a seção de rotisserie passou de supérflua a essencial para os supermercados.
Devido aos ganhos de escala e à nova condição do Brasil como um país de renda média, as embalagens plásticas de alimentos entraram em febril sofisticação de seu desempenho na linha de transformação, na prateleira e no manuseio final. A reportagem a seguir capta o esforço para corresponder às novas expectativas por parte de produtores de poliolefinas, poliestireno e um punhado de materiais auxiliares. Ficaram de fora PVC, por ter se deixado alijar do reduto de alimentos, retendo participação insignificante, e PET. “As grandes mudanças não estão ocorrendo nas características das resinas, mas na tecnologia das pré-formas e injetoras”, julga Theresa Cristina Lopes de Moraes, gerente comercial da M&G, única produtora do poliéster grau garrafa no país.

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